terça-feira, 17 de julho de 2012

28ª Exposição Agropecuária de Sobradinho


Produtores rurais se reuniram para demonstrar o potencial agrícola e pecuário da região
Valorizar a produção local foi um dos objetivos da 28ª Exposição Agropecuária de Sobradinho, que aconteceu nos dias 1,2 e 3 de junho. Durante os três dias de evento, foi possível conferir o que há de melhor na produção agrícola da nossa região, além de premiação aos produtores – levando-se em consideração diversos quesitos como variedade da produção, qualidade dos produtos, padrão comercial e higiene.
Shows de diversos gêneros, exposição de animais (equinos e bovinos), cavalgada, moagem artesanal, exposição de hortaliças e de flores, além de deliciosas comidas típicas, foram as principais atrações da festa. A Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater) orientou os produtores quanto a crédito agrícola, Previdência Social, agricultura urbana, regularização fundiária, dentre outros.
À noite, os visitantes puderam prestigiar a apresentação de vários artistas locais. Durante as três noites de Show, tivemos as seguintes atrações: Alex Júnior, Dayane Reys, Banda Terceira Capital, Henrique e André, Mandinga de Foguete, Beto Melo, Kalliu Soares e Banda Fera Boys, Luz do Samba, Alan e Breno, Trio Siridó, Lucas Prado e Daniel, Renato Barros, Forrozão Pegou Beijou, Banda Oxy, Júnior e Diego e Damas de Ouro.

O Grupo Pellinsky encantou os presentes com apresentações do Boi-Bumbá, tradicional do município de Parintins. A natureza e suas belezas foram homenageadas pela dança regional do Grupo, que tem por objetivo realizar trabalhos culturais com crianças e adolescentes. O Bumba-Meu-Boi e o Tambor de Crioula do saudoso Mestre Teodoro Freire também cativaram os presentes, em bela apresentação no fim da tarde do dia 02. Cerca de 100 mil pessoas participaram da 28ª Exposição Agropecuária de Sobradinho, seja na visitação aos expositores ou prestígio aos shows

DR. MICHEL COMEMORA SEU ANIVERSÁRIO COM AMIGOS


No último sábado (16), o vice-presidente da câmera legislativa do DF, deputado distrital Dr. Michel, comemorou seu aniversário na fazenda Rio do Sal, próximo ao Colorado, de propriedade do empresário Sálvio Matos.
Cerca de 1.500 convidados estiveram presentes, dentre eles alguns parlamentares como: Celina Leão - PSD, Olair Francisco – PT do B, Washington Mesquita – PSD, Eliana Pedrosa – PSD, Luzia de Paula – PPS e Chico vigilante – PT. Além do presidente do seu partido (PSL), Secretário Newton Lins, Junior Nobre do Jornal de Sobradinho, Marcos Amaral do Jornal BRASILIA Condominios e o Governador Agnelo Queiroz.
Na sua fala, Dr. Michel fez uma linda homenagem para sua mãe, ressaltando o esforço que ela teve para criá-lo , assim como sua irmã, e prometeu que jamais iria se envolver em algo que pudesse decepcioná-la.
O Governador ressaltou a dedicação com que o deputado tem exercido seu 1º mandato. “Sempre que ele me procurou foi para pedir providências para alguma comunidade ou um segmento da sociedade, nunca me pediu nada para ele”, disse.

AGNELO DA VOLTA POR CIMA E OFERECE QUEBRA DE SEUS SIGILOS A CPMI

Agnelo Queiroz (PT) chegou ao Senado Federal para depor à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Cachoeira sob protestos contrários e a favor, por volta das 10h15 desta quarta (13). 

Após abrir os trabalhos, o presidente da CPMI, senador Vital do Rego (PMDB-PB) passou a palavra para que ele fizesse sua defesa prévia, que foi centrada na comparação entre as datas das gravações telefônicas feitas pela Polícia Federal e os fatos documentados, segundo ele.
No fim de seu preâmbulo, Agnelo ofereceu à Comissão a quebra de seus sigilos bancários, fiscal e telefônicos, informando que colocou esta decisão nas mãos do procurador geral da República, Roberto Gurgel, há mais de uma semana.
Delta - Agnelo fez questão de frisar que o único contrato que o GDF tem com a empresa Delta é para o Serviço de Limpeza Urbana (SLU) e foi iniciado em dezembro de 2010 e que o então governador Rogério Rosso encaminhou documento pedindo a prorrogação temporária do serviço prestado pela Delta.
Ainda de acordo com ele, no dia 26 de janeiro de 2011 foi iniciada uma auditoria em contratos, inclusive o da SLU. “Exatamente 26 dias depois da minha posse, o GDF começou uma auditoria exatamente no contrato do lixo, muito antes da operação Monte Carlo vir à tona”, ressaltou.
Segundo ele, após resolver os problemas identificados pela auditoria na SLU, como por exemplo, a falta de uma balança no aterro sanitário para pesar o que era recolhido, começou a haver uma economia de um milhão em um mês.
Agnelo lembrou ainda que o inquérito mostra que nenhuma das tentativas de infiltração do grupo de Cachoeira no GDF vingou: dominar a fiscalização do lixo da Delta, regularizar a situação fundiária da Fazenda Gama e o controle da bilhetagem do sistema público de transporte.
Imprensa – Outro ponto que o governador Agnelo fez questão de destacar, foi a “cronologia dos fatos, que infelizmente não foi vista por alguns veículos de imprensa”, ressaltou ainda que, em alguns dos áudios da PF, Cachoeira e seus comparsas comentavam denúncias antes da publicação de reportagens de revistas como Veja e Época, apontando ainda que em algumas das escutas, o grupo do contraventor fez comentários do tipo “agora ele cai”, “pode avisar que é pra continuar a bater”.
Além disso, o governador do DF disse que o senador Demóstenes Torres (sem partido-GO) era uma parte importante da “orquestração contra ele”, já que era Cachoeira quem coordenava os pronunciamentos contra Agnelo no senado.
Lembrou ainda que há gravações que a imprensa não publicou, em que ele era reiteradamente atacado e questionou: “se Cachoeira tivesse acesso ao governador, porque precisava aliciar funcionários da base?” – não conseguiu legalizar nada na Terracap, um dos setores onde o contraventor tentou incidir. O governador destacou ainda uma das falas de uma intervenção telefônica de março de 2011, onde o araponga Idalberto Matias, o Dadá diz: “Os caras nomearam só inimigo da Delta. O que esse povo me ajudou até hoje? Ninguém nomeou nem gari”.
Agnelo disse também que não há nenhum áudio que o envolva com o esquema de Cachoeira e que os citados em gravações ligados ao GDF estão passando por processo administrativo e tiveram seus sigilos fiscal e bancário quebrados e que nenhum servidor do atual governo está entre os indiciados pela Operação Saint Michel.         Por Daniela Novais